terça-feira, 19 de maio de 2009

Dia a Dia

Dia a Dia

Somos expostos todos os dias à prova de todo o nosso ser.
Somos provados em nossa maturidade, em sabedoria, em paciência, em amor, toda nossa personalidade é experimentada diante das circunstâncias, a cada manhã.
Isto não é em vão, fomos feitos a imagem e semelhança de Cristo, Ele que se permitiu a si mesmo o padecimento, para que em tudo fosse também semelhante a nós.
E nessa semelhança foi também experimentada

Por isso mesmo, convinha que, em todas as coisas, se tornasse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote nas coisas referentes a Deus e para fazer propiciação pelos pecados do povo. Pois, naquilo que ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados. (Hebreus 2.17-18).

No entanto, nossos sentidos nos levam a buscar a melhor sensação, a mais prazerosa dentro da realidade de cada um.

Mas o que acontece é que o prazer alcançado não nos dá satisfação plena, e esta busca pela satisfação se torna em fugas.

A abundancia de prazer, da mesma forma, não nos traz a plenitude da satisfação, pois quando ainda experimentamos a satisfação, queremos ainda mais.

Deus então permite que experimentemos autos e baixos, temos o que precisamos na medida certa.
Deus quer que você o Conheça

Ele te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que tu não conhecias, nem teus pais o conheciam, para te dar a entender que não só de pão viverá o homem, mas de tudo o que procede da boca do SENHOR viverá o homem. (Deuteronômio 8:3).

Há inimigos ocultos na ralidade do dia a dia, assim somos cercados e enredados por circunstancias mil, todos os dias a todo instante, e, saber discernir se torna imprescindível.

Porém este discernimento só é possível para aqueles que se deixam orientar, se permitem serem guiados pelo próprio Deus através do Seu Santo Espírito.

Aquele que se deixa guiar não o faz as cegas, mas o faz dentro de um parâmetro de orientação.
Há muitos parâmetros orientadores, há os que se orientam tão somente pelo prazer, há outros que se orientam pelo poder e pelo dinheiro, há os que se deixam ser guiados pelos vícios, e até mesmo há aqueles que se deixam ser guiados pela influencia dos outros, ou de ideologias mortas em si mesmas, no entanto isto não é feito às cegas, cada um, de alguma forma tem consciência de como estão sendo guiados.

Agora o único parâmetro aceitável é a Palavra de Deus.

Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração. (Hebreus 4.12)
Excluídos!

Assim somos postos na sociedade pós-moderna. Excluídos!
Toda filosofia humana produzida somente tem fomentado a separação.

O discurso da inclusão apenas ressalta a imperiosa existência crescente dos excluídos.

O mal, a maldade, o pecado, tem separado o homem de Deus desde o prefácio da “filosofia de vida” declarada no Paraíso ao homem pela serpente.

Agora, pelo agir de Deus, pelo sacrifício de Cristo, o mal, a maldade e o pecado, trazido a ti, assim como foi trazido a mim e a toda humanidade, podem deixar de permear a sua vida, no momento em que a Cristo for permitido trazer-lhe a alegria exuberante de um viver triunfante.
Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo. Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo. Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão. Porque a mensagem que ouvistes desde o princípio é esta: que nos amemos uns aos outros; não segundo Caim, que era do Maligno e assassinou a seu irmão; e por que o assassinou? Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas (ª João 3.7-12)

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